"Angelina representa este momento de ressaca e digestão dos tempos de excesso, em que questões antes tidas como públicas viram responsabilidade pessoal", diz a psicóloga Camila Piza, especializada em ciências do consumo. "Ela extrapola, choca e ao mesmo tempo mostra que pode ser careta, ter um homem só, filhos, fazer o bem para si e para o mundo. Não tem medo do olhar alheio, é autêntica. É a atitude da nova austeridade", diz Camila.
Fonte: http://veja.abril.com.br/especiais/mulher_2007/p_022.html